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	<title>Estratégia &#8211; Ale Designer</title>
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		<title>7 dicas para identificar e atrair o cliente ideal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_@]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 00:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Brand]]></category>
		<category><![CDATA[Call to Action]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[E-books]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[SEO]]></category>
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					<description><![CDATA[Identificar e atrair o seu cliente ideal é como pescar – você quer usar a isca certa, no lago certo,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Identificar e atrair o seu cliente ideal é como pescar – você quer usar a isca certa, no lago certo, na hora certa. Este pequeno guia com 7 dicas vai te ajudar nessa jornada.</p>
<p>Primeiro, vamos esboçar <strong>quem é seu cliente ideal</strong>. Quais são seus valores, necessidades e desafios fundamentais? Que transformação eles estão buscando que você pode proporcionar? É crucial ser específico aqui. Se você estiver lançando uma rede muito ampla, pode acabar com uma captura que não é exatamente o que você esperava.</p>
<p>Depois de ter uma ideia clara de quem eles são, pense <strong>onde eles estão</strong>. Quais plataformas online eles frequentam? Que tipo de conteúdo repercute neles? É aqui que você quer aparecer, oferecendo um valor que atenda diretamente às suas necessidades.</p>
<p>Agora, <strong>considere o tempo</strong>. Que eventos ou circunstâncias os levam a procurar seus serviços? Alinhe seus esforços de marketing com esses momentos para aparecer como a solução que eles procuram.</p>
<p>Vamos ampliar o processo abordando 7 pontos:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18381" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2024/05/7-dicas-para-identificar-e-atrair-o-cliente-ideal-persona.jpg" alt="" width="692" height="268" /></p>
<h3>1. Defina o seu perfil de cliente ideal</h3>
<p><strong>Demografia</strong>: idade, localização, sexo, nível de renda, educação etc.</p>
<p><strong>Psicografia</strong>: interesses, valores, estilo de vida, comportamento etc.</p>
<p><strong>Perfil profissional</strong>: setor, cargo, tamanho da empresa etc.</p>
<p><strong>Pontos problemáticos</strong>: quais problemas eles enfrentam e que você pode resolver?</p>
<p><strong>Aspirações</strong>: quais são seus objetivos e sonhos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Entenda a jornada deles</h3>
<p><strong>Estágio de conscientização</strong>: como eles percebem que têm um problema?</p>
<p><strong>Estágio de consideração</strong>: como eles avaliam as soluções?</p>
<p><strong>Estágio de decisão</strong>: que fatores influenciam a escolha do fornecedor?</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18393" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2024/05/7-dicas-para-identificar-e-atrair-o-cliente-ideal-persona-estrategia.jpg" alt="" width="692" height="391" /></p>
<h3>3. Posicionando sua marca</h3>
<p><strong>Proposta de Valor Única (UVP)</strong>: o que o diferencia dos concorrentes?</p>
<p><strong>Mensagens</strong>: personalize sua comunicação para falar diretamente às necessidades e desejos do seu cliente ideal.</p>
<p><strong>Estratégia de conteúdo</strong>: desenvolva conteúdo que aborde seus pontos fracos, os eduque e posicione você como uma autoridade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. Canais de marketing</h3>
<p><strong>SEO</strong>: otimize seu <a href="https://aledesigner.com.br/10-elementos-essenciais-para-criacao-de-um-site/">site</a> com palavras-chave que seus clientes ideais procuram.</p>
<p><strong>Mídia social</strong>: compartilhe conteúdo valioso nas plataformas que eles usam.</p>
<p><strong>Email Marketing</strong>: Crie uma lista e estimule leads com campanhas direcionadas.</p>
<p><strong>Networking</strong>: Participe de eventos do setor ou participe de comunidades online onde seus clientes ideais estão presentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Lead Magnets e Call to Actions (CTAs)</h3>
<p><strong>Lead Magnets</strong>: ofereça algo de valor (por exemplo, um <a href="https://aledesigner.com.br/saiba-como-criar-capas-para-ebooks/" target="_blank" rel="noopener">e-book</a>, webinar ou ferramenta) em troca de informações de contato.</p>
<p><strong>CTAs</strong>: use frases de chamariz claras e atraentes que orientem os clientes em potencial para a próxima etapa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18394" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2024/05/7-dicas-para-identificar-e-atrair-o-cliente-ideal-persona-feedback.jpg" alt="" width="692" height="192" /></p>
<h3>6. Experiência do cliente</h3>
<p><strong>Onboarding</strong>: torne o processo de começar a trabalhar com você o mais tranquilo possível.</p>
<p><strong>Entrega</strong>: garanta que seu serviço ou produto supere as expectativas.</p>
<p><strong>Acompanhamento</strong>: mantenha contato após a conclusão do projeto para incentivar novos negócios e referências.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>7. Feedback e refinamento</h3>
<p><strong>Pesquisas e entrevistas</strong>: colete feedback regularmente para entender a satisfação do cliente e as áreas de melhoria.</p>
<p><strong>Analytics</strong>: use dados do seu site e campanhas de marketing para refinar suas estratégias.</p>
<p>‍</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Suas campanhas de marketing devem funcionar como um filtro, atraindo as pessoas certas e dissuadindo as erradas. É uma questão de qualidade e não apenas de quantidade.</p>
<p>&#8230;..</p>
<p>Fonte (adaptado):<br />
<a href="https://thefutur.com/content/dobot-diaries-9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">the futur</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>10 elementos essenciais para criação de um site</title>
		<link>https://aledesigner.com.br/10-elementos-essenciais-para-criacao-de-um-site/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_@]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 22:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criação de Sites]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>
		<category><![CDATA[User Interface]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora cada designer tenha um planejamento diferente antes de construir um site, há sempre uma lista de verificação comum. Desde...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora cada designer tenha um planejamento diferente <a href="https://aledesigner.com.br/as-3-coisas-fundamentais-antes-de-comecar-a-criar/">antes de construir um site</a>, há sempre uma lista de verificação comum.</p>
<p>Desde muitos espaços em branco e ótimas imagens até funcionalidade de pesquisa e frases atrativas, esses elementos comuns são o que as pessoas esperam quando se trata de usar um site com facilidade.</p>
<p>Separei <strong>dez elementos</strong> que devem ser priorizados em um site e dicas sobre como usar cada um deles em seu site.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. Espaço</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17932" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/12/10-elementos-essenciais-para-criacao-de-qualquer-site-espaco2.jpg" alt="" width="756" height="360" /></p>
<p>O espaço é uma das ferramentas de design mais importantes porque dita tudo – desde o fluxo até a legibilidade. Diversos sites apresentam espaçamentos que não víamos na web antes. Margens grandes formando áreas de respiro ao redor dos textos, maior espaçamento entre linhas de texto e uso geral de espaço aberto.</p>
<p>A <strong>consistência</strong> no espaçamento também é bem importante. Elementos semelhantes devem incluir espaçamentos semelhantes. A quantidade de espaço entre as linhas em um parágrafo deve ser a mesma, assim como a quantidade de espaço ao redor das imagens.</p>
<p>Temos ainda o ponto focal. Uma imagem ou pedaço de texto cercado por um espaço em branco parecerá maior e mais importante do que aquele que está amontoado em um local menor ou mais apertado no layout.</p>
<p>Vale ressaltar que o espaço nem sempre é branco. Refere-se à falta de elementos, podendo ser igualmente uma cor de fundo ou uma textura.</p>
<blockquote><p><strong>Como usar</strong>: comece com elementos-chave como menus de navegação, por exemplo. Certifique-se de que os elementos estejam organizados de forma que inclua espaçamento definido entre os elementos. Isso fará com que cada botão ou palavra se destaque mais por si só.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Navegação simples</h3>
<p>A navegação deve ser fácil de identificar e de usar. Também é importante manter os menus de navegação no mínimo para não sobrecarregar os usuários. Dependendo do tipo de site, cinco a oito itens de navegação no menu são suficientes.</p>
<p>Há algumas ferramentas que ajudam os usuários a navegar por um site. Sites com rolagem parallax, por exemplo, geralmente tornam o site mais amigável. Quanto mais fácil for para as pessoas usarem e navegarem em seu site, maior será a probabilidade de elas interagirem com ele.</p>
<blockquote><p><strong>Como usar</strong>: lembre-se que os usuários desejam algumas coisas importantes da navegação: saber onde estão no site, ter uma maneira de voltar para Home, além de acessar qualquer subpágina sem se sentir perdido.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. Sobre nós</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17923" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/12/10-elementos-essenciais-para-criacao-de-qualquer-site-sobre-nos.jpg" alt="" width="768" height="486" /></p>
<p>É especialmente importante para uma pequena empresa ou proprietário de site informar aos usuários quem eles são. (Isso é menos importante para grandes empresas conhecidas, embora ainda seja uma prática comum.)</p>
<p>A página “Sobre nós” deve informar aos usuários <strong>quem você é e o que faz</strong>. Ele pode apresentar a filosofia ou objetivos da empresa ou até como o site surgiu. Esta página também pode ser o local para depoimentos de clientes ou usuários e histórias de sucesso. Também pode servir como porta de entrada para páginas relacionadas ou até mesmo perfis de redes sociais.</p>
<p>O único problema que costuma acontecer com as páginas “Sobre nós” é que elas ficam longas e prolixas. Mantenha a página simples; forneça aos usuários informações suficientes para que fiquem interessados, mas não entediados. E lembre-se de manter o design interessante.</p>
<blockquote><p><strong>Como usar</strong>: use a página Sobre nós para dar um pouco de personalidade à sua marca. Considere incluir fotos de sua equipe e uma breve biografia da empresa.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. Informações de contato</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17919" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/12/10-elementos-essenciais-para-criacao-de-qualquer-site-contato.jpg" alt="" width="768" height="359" /></p>
<p>As informações de contato geralmente aparecem de duas maneiras – no cabeçalho/navegação principal ou como uma página “Fale conosco” com um formulário ou informações expandidas. Qualquer uma das opções pode funcionar bem, dependendo do design do seu site.</p>
<p>A chave é torná-lo altamente visível. Ter informações de contato, como número de telefone, endereço físico ou formulário para entrar em contato com o proprietário do site, adiciona legitimidade ao seu site e ao seu negócio. Pode ser frustrante para os usuários quererem encontrar você e as informações não estarem claramente visíveis.</p>
<blockquote><p><strong>Como usar</strong>: adicione informações de contato a todos os cabeçalhos e/ou rodapés estáticos. Se você tiver um endereço comercial físico, inclua informações de localização. Considere um formulário de contato para que os usuários possam enviar e-mails diretamente do site.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Call to Action (ou Inscrição)</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17918" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/12/10-elementos-essenciais-para-criacao-de-qualquer-site-call-to-action.jpg" alt="" width="768" height="424" /></p>
<p>Na maioria dos casos, um site é a porta de entrada para uma ação – fazer uma venda, fornecer informações e coletar informações de contato. Para garantir esta ação, os apelos à ação precisam ser óbvios e fortes.</p>
<p>Primeiro, determine o que seu site deve fazer. Em seguida, projete-o de forma que a ação seja óbvia e leve os usuários a ela. Técnicas envolvendo <a href="https://aledesigner.com.br/teoria-das-cores-guia-basico/">teoria das cores</a>, contraste e espaço podem ajudar a levar os usuários aos botões “certos”.</p>
<p>Um formulário de inscrição também pode ser um ótimo atrativo. Se esse for o seu objetivo, coloque o formulário em um local privilegiado e destaque-o. Torne o formulário simples e rápido de preencher. Mantenha o site sempre dinâmico.</p>
<blockquote><p><strong>Como usar</strong>: torne as frases de chamariz óbvias. O posicionamento deve ser em uma parte bem visível da página e próximo ao item ao qual se refere. Os botões devem ser de uma cor contrastante e dizer exatamente o que a pessoa deve fazer: compre agora, cadastre-se, baixe, envie etc.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. Pesquisa</h3>
<p>Essa ferramenta é vital para usuários recorrentes. Projete a caixa de maneira discreta, mas fácil de usar. Certifique-se de que a caixa seja grande o suficiente para digitar os termos do seu site. Se você usar um ícone para pesquisa, não há necessidade de inventar algo novo; use a lupa padrão.</p>
<blockquote><p><strong>Como usar</strong>: crie uma caixa simples que fique no topo do seu site para pesquisa. O canto superior direito é o local mais popular, o uso desse espaço é esperado e fácil de ser encontrado pelos usuários.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>7. Rodapé Informativo</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17922" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/12/10-elementos-essenciais-para-criacao-de-qualquer-site-rodape.jpg" alt="" width="768" height="223" /></p>
<p>Um rodapé é a forma como você pode se conectar ao seu público com uma riqueza de informações sem atrapalhar o <a href="https://aledesigner.com.br/a-diferenca-entre-ui-e-ux/">design</a>. Como o rodapé está na parte inferior da página, é um local lógico para um pequeno mapa do site, informações da empresa ou de contato, links e contexto do seu site.</p>
<p>Torne o rodapé útil e simples. Ele deve ser projetado para combinar com o seu site, mas pode ter uma aparência muito mais minimalista. Facilite o uso.</p>
<blockquote><p><strong>Como usar</strong>: alguns dos melhores rodapés combinam muitos dos elementos acima. O rodapé costuma ser uma repetição de elementos encontrados em outros lugares (como adicionar pesquisa ao topo da página na navegação principal e novamente no rodapé). Também pode introduzir alguns dos elementos que citei caso não houver outra localização lógica no esquema de design.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>8. Botões</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17926" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/12/10-elementos-essenciais-para-criacao-de-qualquer-site-botoes.jpg" alt="" width="768" height="392" /></p>
<p>Cada botão em um site deve ser reconhecível apenas como um botão. Eles devem ter a mesma forma, efeitos de design e sensação, independentemente da finalidade ou localização. Aqui a <strong>repetição</strong> e a <strong>consistência</strong> são a regra.</p>
<blockquote><p><strong>Como usar</strong>: desenvolva um conjunto de botões exclusivos para o seu site. Crie um tema com cores consistentes e que se destaquem dos demais elementos da página.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>9. Imagens profissionais</h3>
<p>Com imagens ou ilustrações produzidas e personalizadas você pode mostrar produtos, pessoas ou qualquer outra coisa para atrair os usuários ao seu site.</p>
<p>Caso não seja possível contratar um fotógrafo, considere usar bancos de imagens. Só tenha cuidado ao usar muitas imagens de banco, pois o site pode perder a identidade.</p>
<blockquote><p><strong>Como Usar</strong>: contrate um fotógrafo ou ilustrador para desenvolver e criar um conjunto de imagens. As fotos produzidas poderão ser aproveitadas durante muito tempo e ainda serem usadas em catálogos e/ou folder impressos.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>10. Web fonts</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17924" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/12/10-elementos-essenciais-para-criacao-de-qualquer-site-webfonts.jpg" alt="" width="768" height="518" /></p>
<p>A web já foi preenchida com um punhado de fontes – Arial e Courier vêm à mente – porque elas eram legíveis pela maioria dos computadores e navegadores. Mas isso é passado.</p>
<p>As web fonts são importantes por dois motivos principais – compatibilidade e licenciamento. Usar um serviço de fontes da web é importante para a otimização de mecanismos de pesquisa, e claro, não é preciso criar imagens com fontes especiais para manter uma determinada aparência de layout.</p>
<blockquote><p><strong>Como usar</strong>: comece com um serviço como o Google Fonts, que é gratuito, para implementar um conjunto de fontes bonitas e interessantes no design do site sem ter que gastar uma fortuna em licenciamento ou se preocupar com problemas de compatibilidade.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8230;..</p>
<p>Fonte (adaptado):<br />
<a href="https://designshack.net" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Design Shack</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>O que é Design Thinking e para que serve?</title>
		<link>https://aledesigner.com.br/o-que-e-design-thinking-e-para-que-serve/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_@]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 21:14:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Cores]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Design gráfico]]></category>
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					<description><![CDATA[O design thinking é uma abordagem inovadora de resolução de problemas que pode ser aplicada nas mais diversas áreas. Afinal,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>design thinking</strong> é uma abordagem inovadora de resolução de problemas que pode ser aplicada nas mais diversas áreas. Afinal, o design vai muito além da estética.</p>
<p>Já imaginou departamentos corporativos e o criativo juntos? Essa união não só é possível como é muito benéfica para os métodos de trabalho. Neste artigo, temos:</p>
<ul>
<li>o que é design thinking</li>
<li>quem inventou o conceito de design thinking</li>
<li>como o design thinking e a <a href="https://aledesigner.com.br/tag/user-experience/">experiência do usuário</a> se encontram</li>
<li>porque design thinking é conhecido como uma abordagem e não um método</li>
<li>quais são os 3 pilares do design thinking</li>
<li>quais são os 5 princípios do design thinking</li>
<li>qual é o objetivo principal do design thinking</li>
<li>quais as vantagens do design thinking</li>
<li>onde o design thinking pode ser usado</li>
<li>exemplos de aplicação</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O que é design thinking?</h3>
<p>Segundo os autores Luiz Bonini e Roberto Sbragia, o design thinking é um processo de geração de ideias com foco na resolução de problemas de negócio, em um grupo multidisciplinar e colaborativo.</p>
<p>Apesar de a palavra “design” rapidamente nos remeter às peças gráficas e imagens bonitas, vários especialistas já definiram o termo como um modo de pensar, um esforço criativo.</p>
<p>O professor Herbert A. Simon, por exemplo, escreveu o seguinte na década de 60: “é <a href="https://aledesigner.com.br/por-que-o-designer-e-peca-fundamental-para-qualquer-empresa/">designer</a> todo aquele que desvia cursos de ação com o objetivo de transformar situações existentes em preferidas”.</p>
<p>É a partir desse ponto de vista que o conceito de design thinking surgiu mais tarde. Trata-se de uma abordagem humanizada, focada em resolver problemas e satisfazer clientes, que têm sido utilizada nos mais diversos segmentos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17230" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/05/design-thinking-definicao.jpg" alt="" width="768" height="512" /></p>
<h3>Quem inventou esse conceito?</h3>
<p>Foi Tim Brown, CEO e sócio da <a href="https://www.ideo.com/" target="_blank" rel="noopener">IDEO</a> (Global Design &amp; Inovation Company) — uma das maiores consultorias de design no mundo. Designer por formação, Brown e David Kelley, professor de Stanford e fundador da IDEO, foram responsáveis pela formulação do design thinking.</p>
<p>O conceito ganhou notoriedade quando Tim Brown palestrou sobre o assunto no evento anual do TED em 2009 (video abaixo). Durante o TED “Designers – Pensem Grande”, o CEO afirmou:</p>
<blockquote><p>“As necessidades humanas são o ponto de partida. A metodologia de design thinking rapidamente passa a aprender criando. Ao invés de pensar no que construir, construir para pensar. Protótipos aceleram o processo de inovação. Porque apenas quando liberamos nossas ideias para o mundo começamos a compreender suas forças e fraquezas. Quanto mais cedo fizermos isso, mais rapidamente nossas ideias vão evoluir”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/UAinLaT42xY?si=E4xlm17TWgrHxeRV" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h3>Como o design thinking e a experiência do usuário se encontram?</h3>
<p>Quando o assunto são os meios digitais — onde as pessoas se conectam a todo momento — é preciso considerar os aspectos que podem gerar uma boa conexão com o público-alvo. Esse cenário é, então, perfeito para que o design thinking e a experiência de usuário se encontrem!</p>
<p>O <a href="https://aledesigner.com.br/tag/user-experience/">UX Design</a> — sigla para User Experience Design, ou seja, Design da Experiência do Usuário — tem como foco criar layouts que priorizem o bem-estar do público-alvo, tornando <a href="https://aledesigner.com.br/portfolio/">sites, blogs e sistemas</a> mais agradáveis para os usuários.</p>
<p>Essa preocupação é essencial para empresas que desejam conquistar e engajar mais pessoas às suas <a href="https://aledesigner.com.br/5-dicas-para-ter-uma-marca-mais-competitiva/">marcas</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Por que é conhecido como uma abordagem e não um método?</h3>
<p>O design thinking é uma abordagem e não um método porque, apesar de conter etapas, é adaptável a cada empresa e, mais particularmente ainda, a cada projeto. Pode ser utilizado para solucionar questões diferentes e de ramos de atuação distintos, e não tem regras a serem seguidas, apenas boas práticas flexíveis.</p>
<p>É como se fosse a união entre mindset e plano de ação. Ou seja, o repertório criativo e visual se combinam para resolver problemas desde a criação de sites e aplicativos até o desenvolvimento de campanhas digitais ou novos produtos/serviços da marca.</p>
<p>O objetivo dessa abordagem é alcançar o objetivo final sem deixar a criatividade e a empatia de lado. Ou seja, a sensibilidade é o ponto de encontro, o match entre essas estratégias digitais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quais são os 3 pilares do design thinking?</h3>
<p>O design thinking está ancorado em três pilares principais. São eles:</p>
<ol>
<li><strong>Empatia</strong>: consiste em olhar para o problema com os olhos de quem o está vivenciando. No caso de um projeto, significa se colocar no lugar do público</li>
<li><strong>Colaboração</strong>: a abordagem também considera a união de profissionais de diferentes áreas para gerar as melhores ideias</li>
<li><strong>Experimentação</strong>: o design thinking não é algo teórico, mas prático. Por isso, ele inclui uma fase de testes, para verificar o que foi pensado anteriormente</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quais são os 5 princípios do Design Thinking?</h3>
<p>O design thinking parece meio abstrato. Por isso, muitas pessoas ficam na dúvida quanto à aplicação prática dessa abordagem. Mas ao seguir algumas etapas fica mais fácil entender o conceito e ver seus resultados. Confira as cinco fases:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17229" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5-principios-do-design-thinking.jpg" alt="" width="1429" height="388" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>1. Empatia</h4>
<p>Lembra que falamos da empatia? Ela é a primeira etapa e é uma das mais importantes, pois é onde você se coloca no lugar do seu público-alvo. Pesquise tudo sobre ele, quais seus interesses e suas prioridades em relação ao projeto que você está criando.</p>
<p>Neste momento, traçar um mapa da empatia pode ser de grande ajuda. Assim, você entenderá não só o perfil da persona como outras informações mais aprofundadas, a exemplo das dores, dificuldades e expectativas.</p>
<p>Dados como esses ajudam você a entender como se conectar ao público com mais facilidade, encontrando as soluções mais adequadas <a href="https://aledesigner.com.br/4-equivocos-comuns-no-design/">sem cometer equívocos</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>2. Definição</h4>
<p>Com base nas informações adquiridas na fase da empatia, é preciso definir qual o problema principal a ser resolvido, bem como os secundários. Na fase da definição, considere as dores da persona para elencar prioridades e saber com quais questões lidar de agora em diante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>3. Ideação</h4>
<p>Agora que você já sabe quais problemas resolver e quais os motivos por trás de cada um deles, chegou a hora de pensar nas soluções. A fase de ideação nada mais é do que o momento de brainstorming, em que a equipe se une para encontrar o melhor caminho a seguir.</p>
<p>Como ainda não é a etapa prática, as ideias podem surgir a todo vapor. Este é o momento de liberar a criatividade, sem medo de errar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>4. Prototipação</h4>
<p>É a fase em que as ideias passam a tomar forma e ganham vida.</p>
<p>Por exemplo: uma landing page (página para captação de leads), antes de ficar 100% pronta, passa pela etapa de <a href="https://aledesigner.com.br/afinal-o-que-e-um-wireframe/">wireframe</a> (uma espécie de “rascunho”) e depois pela fase de MVP (Minimum Viable Product ou Menor Produto Viável).</p>
<p>Nesse formato, a página é criada apenas com os atributos essenciais para seu funcionamento. Porém, ainda não é sua versão final. Ela pode passar por melhorias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>5. Testes</h4>
<p>Aqui os protótipos são colocados à prova para que você encontre todas as lacunas abertas e saiba exatamente o que melhorar. A ideia nessa fase é tornar a interação da pessoa completamente intuitiva, gerando mais conversões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17231" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/05/design-thinking-ideias.jpg" alt="" width="1280" height="720" /></p>
<h3>Qual é o objetivo principal do Design Thinking?</h3>
<p>O design thinking tem como uma de suas colunas principais a experiência do usuário. Portanto, o cliente estará sempre em primeiro lugar — sendo um dos principais motivos para utilizar a abordagem. Lembre-se: um usuário satisfeito está cada vez mais próximo de finalizar a conversão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quais as vantagens do Design Thinking?</h3>
<p>Existem vários exercícios, dinâmicas e ferramentas que podem ser usadas no design thinking para encontrar soluções inovadoras em projetos. As principais são:</p>
<ul>
<li>mapa da empatia</li>
<li>mapa mental</li>
<li>brainstorm</li>
<li><a href="https://aledesigner.com.br/as-3-coisas-fundamentais-antes-de-comecar-a-criar/">pesquisa</a></li>
<li>prototipagem</li>
<li>storyboard</li>
<li>encenação</li>
<li>mural de ideias</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Onde o Design Thinking pode ser usado?</h3>
<p>Talvez você esteja se perguntando se esse tipo de abordagem é indicado apenas para as grandes empresas. Mas a boa notícia é que todas as corporações, independentemente do porte e do nicho de atuação, podem utilizar o design thinking para aumentar a assertividade dos seus projetos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Exemplos de aplicação</h3>
<p>O design thinking é uma ótima opção para trazer inovação aos negócios e estimular a criatividade dos colaboradores. Ele permite que você tenha uma boa vantagem competitiva em relação às outras empresas do mesmo setor.</p>
<p>Veja abaixo algumas situações comuns, nas quais podemos aplicar o design thinking:</p>
<p><strong>Conteúdos</strong>: Aplicar o design thinking na produção de conteúdo nos ajuda a entender melhor quem é o público-alvo, como ele tem se comportado, quais as mídias que ele consome, a sua linguagem e seu entendimento sobre determinado assunto. Com isso em mente, é possível produzir um conteúdo mais interativo, visual e funcional para o público.</p>
<p><strong>Branding</strong>: Ter uma marca relevante e fazer um bom <a href="https://aledesigner.com.br/5-dicas-para-ter-uma-marca-mais-competitiva/">branding</a> tem tudo a ver com design thinking. É preciso entender quem são as pessoas que interagem com a marca e têm potencial para se tornarem embaixadoras da empresa, antes de criar boas experiências para elas.</p>
<p>E se o seu objetivo é se posicionar no mercado, essa ferramenta se faz ainda mais necessária para entender como as outras pessoas enxergam sua marca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8230;..</p>
<p>Fonte (adaptado):<br />
<a href="http://www.agenciamestre.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">agenciamestre.com</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>7 ideias para montar um stand inovador</title>
		<link>https://aledesigner.com.br/7-ideias-para-montar-um-stand-inovador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_@]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 15:27:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criação de Stands]]></category>
		<category><![CDATA[Cores]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Direção de arte]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[feira]]></category>
		<category><![CDATA[stand]]></category>
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					<description><![CDATA[Participar de feiras e eventos é uma ótima oportunidade para ampliar os negócios e fortalecer os relacionamentos com o público....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Participar de <strong>feiras e eventos</strong> é uma ótima oportunidade para ampliar os negócios e fortalecer os relacionamentos com o público.</p>
<p>Para isso, é necessário ter um planejamento estratégico definido, contratar o time ideal para trabalhar no grande dia, e pensar em como desenvolver um <a href="https://aledesigner.com.br/portfolio_page/mineracao-curimbaba/">layout de stand poderoso</a>. Afinal, o stand precisa transmitir a personalidade da sua empresa com clareza, sofisticação e elegância.</p>
<p>Vamos às dicas!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17051" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/03/7-ideias-para-montar-um-stand-inovador-netflix.jpg" alt="" width="700" height="467" /></p>
<h3>1. Considere o evento</h3>
<p>O ponto de partida é considerar o evento na sua totalidade. Avalie a <strong>infraestrutura</strong>, quem são os concorrentes, o perfil do público-alvo, a planta, os fornecedores e outros aspectos que sejam relevantes.</p>
<p>Essa análise é importante para você estabelecer os objetivos a serem alcançados e, é claro, dar uma boa espiada em eventos passados da concorrência. Afinal, a ideia é que o seu stand fique muito mais atrativo, concorda?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Pense na experiência das pessoas</h3>
<p>Ao pensarmos em um <strong>layout de stand</strong>, também devemos focar em proporcionar uma ótima experiência a todas as pessoas. Ou seja, mais do que ter um espaço lindo e atrativo por fora, é importante investir no conforto e no bem-estar dos participantes, aqueles que resolveram passar para conhecer a <a href="https://aledesigner.com.br/5-dicas-para-ter-uma-marca-mais-competitiva/">sua marca</a>.</p>
<p>Uma dica interessante é sempre ter estratégias inteligentes e <strong>criativas</strong> para chamar a atenção. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>lançamento de um produto exclusivo</li>
<li>realidade virtual ou aumentada</li>
<li>cabines fotográficas</li>
<li>totens interativos</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17050" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/03/7-ideias-para-montar-um-stand-inovador-infografico.jpg" alt="" width="700" height="447" /></p>
<h3>3. Crie uma identidade visual marcante</h3>
<p>A identidade visual do seu stand precisa estar diretamente relacionada com as estratégias da sua marca. Então, utilize as mesmas cores e a mesma simbologia e <a href="https://aledesigner.com.br/10-regras-basicas-de-tipografia-em-3-min/">tipografia</a> de todos os materiais da sua empresa (redes sociais, site, blog, flyers, <a href="https://aledesigner.com.br/portfolio/plp-brasil-catalogo/">catálogos</a> etc.).</p>
<p>Criar uma identidade visual de impacto é fundamental para fortalecer a sua marca na mente do consumidor, uma vez que ela é o primeiro contato que o público tem com a sua empresa. Logo, não poupe esforços nessa tarefa!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17049" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/03/7-ideias-para-montar-um-stand-inovador-aviacao.jpg" alt="" width="700" height="467" /></p>
<h3>4. Foque na cenografia</h3>
<p>A cenografia pode ser responsável por atrair (ou afastar) os seus clientes. Sendo assim, não pense duas vezes antes de buscar uma <strong>empresa especializada</strong> para criar um ambiente perfeito para os seus visitantes.</p>
<p>O layout deve ser limpo, organizado e estratégico. Também faz diferença caprichar na iluminação, pois ela é essencial para direcionar a atenção dos clientes — você pode usar as luzes para destacar os pontos mais importantes do seu stand.</p>
<p>Ah, jamais deixe itens de funcionários, bolsas e outros acessórios expostos no local, está bem? Objetos pessoais à mostra dão um aspecto pouco profissional ao ambiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Misture tons de cores com cautela</h3>
<p>Tenha cautela ao misturar tons de cores no seu stand. Como explicamos, é melhor trabalhar com a <strong>identidade visual</strong> que habitualmente você usa no dia a dia da sua empresa.</p>
<p>Claro que, contando com profissionais qualificados, é possível incorporar novas <a href="https://aledesigner.com.br/teoria-das-cores-guia-basico/">paletas de cores</a> para atrair o público para o seu stand. No entanto, é imprescindível que todo o layout tenha relação direta com os serviços e produtos que a sua marca oferece.</p>
<p>Tendo em vista que as cores são interpretadas de maneiras diferentes e causam emoções e sensações distintas, não exagere nas saturações. Em muitos casos, “menos é mais” — máxima que se aplica à criação de <strong>layout de stand</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. Faça uma decoração impecável</h3>
<p>Uma boa decoração serve para mostrar ao público como você apresenta os seus produtos e serviços de um modo geral. Além disso, trata-se de um dos principais pontos que levam o cliente a pensar: “vou entrar nesse stand para conhecer essa marca!”. Portanto, invista em materiais de qualidade como:</p>
<ul>
<li>totens publicitários</li>
<li>painel de tecido iluminado</li>
<li>banners</li>
<li>vitrines interessantes</li>
<li>displays interativos</li>
</ul>
<p>Lembre-se de que a decoração é um excelente recurso para <strong>destacar o seu produto</strong>. Nesse cenário, vale ressaltar que toda a apresentação visual importa: os <a href="https://aledesigner.com.br/portfolio/plp-brasil-stand/">folders</a>, os brindes e até mesmo o uniforme da sua equipe precisam estar sintonizados para expor ao público a melhor imagem da sua marca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17052" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2023/03/7-ideias-para-montar-um-stand-inovador-puma.jpg" alt="" width="700" height="428" /></p>
<h3>7. Tenha sempre um diferencial competitivo</h3>
<p>Pense bem: por que o cliente deve entrar no seu stand e não no da concorrência? O que você faz de diferente para se destacar? Se você fosse um cliente comum, entraria no seu stand?</p>
<p>Leve em conta que os seus principais concorrentes estarão lado a lado, então é fundamental <strong>pensar fora da caixa</strong> para conquistar o interesse do consumidor.</p>
<p>Além de presentear com brindes básicos, servir “comes e bebes” e pensar na experiência das pessoas, procure executar <strong>estratégias</strong> a mais para que o cliente fique curioso em conhecer melhor a sua empresa. Aqui, vale sortear brindes mais caros e até contratar personalidades (ou outras atrações interessantes) para movimentar o seu stand.</p>
<p>O mais importante é apostar em algo que a concorrência não tenha, que seja inovador e garanta mais visitas ao seu stand. Mas, atenção: todas as ações devem ser criadas em conjunto com o planejamento estratégico do seu evento, a fim de alinhá-las aos objetivos da sua marca. Afinal, de nada adianta inovar demais e não ter retorno algum.</p>
<p>Contar com um <strong>layout de stand</strong> atrativo é essencial para sair na frente da concorrência e proporcionar uma experiência única ao público. Ao contrário, se você não se preocupar com esse fator, provavelmente a sua marca passará despercebida e perderá ótimas oportunidades de negócio.</p>
<p>&#8230;..</p>
<p>Fonte (adaptado):<br />
<a href="https://grupodeeventos.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">grupodeeventos.com.br</a></p>
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		<title>A importância do briefing de criação</title>
		<link>https://aledesigner.com.br/a-importancia-do-briefing-de-criacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_@]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Sep 2021 21:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Briefing]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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					<description><![CDATA[Para desenvolver um projeto gráfico é crucial que tenhamos um bom briefing preenchido. Ele vai permitir que todos os profissionais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para desenvolver um projeto gráfico é crucial que tenhamos um bom briefing preenchido. Ele vai permitir que todos os profissionais envolvidos tenham uma orientação clara sobre o objetivo do trabalho e, além disso, proporcionar liberdade suficiente para que sejam apresentadas ideias e soluções. Inclusive, serve de base para os cálculos de orçamento e prazo de conclusão do projeto.</p>
<p>Nenhum e-mail com instruções, telefonemas demorados, conversas no Whatsapp ou reuniões pessoais podem substituir um briefing de criação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Mas o que é um briefing?</h3>
<p>De acordo com o Dicionário Oxford temos: &#8220;Ato de dar informações e instruções concisas e objetivas sobre missão ou tarefa a ser executada (p.ex., uma operação militar, um trabalho publicitário ou jornalístico)&#8221;.</p>
<p>Dessa forma, o briefing criativo não é um manual do usuário que descreve o processo criativo como tal. Também não é uma descrição do resultado desejado. Um briefing criativo é uma estrutura que pode ajudar o processo criativo, fornecendo orientação para permanecer no caminho certo e permitindo liberdade suficiente para a criatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Por que precisamos de um briefing de criação?</h3>
<p>Precisamos de briefings quando temos um problema que outra pessoa irá resolver. Simples assim! É a maneira mais prática de transmitir todas as informações a outra pessoa num só documento.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16744" src="https://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2021/09/importancia-do-briefing-de-criacao-02.jpg" alt="" width="692" height="389" /></p>
<h3>Como é um briefing de criação?</h3>
<p>É um documento (no meu caso, envio um DOC com algumas perguntas para o cliente) que descreve as metas, objetivos e marcos de um projeto de design. É parte crucial do projeto de design, pois ajuda a desenvolver a confiança e o entendimento entre o cliente e o designer.</p>
<p>É tão importante quanto um contrato e serve como um ponto de referência essencial para ambas as partes. Isso garante que importantes questões de design sejam consideradas e discutidas antes do trabalho começar.</p>
<p>Para mantê-lo curto e simples, existem alguns elementos que não podem ser deixados de fora. Separei 5 tópicos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>1. Descrição do projeto</h4>
<p>Uma breve descrição do que precisamos fazer: O que sabemos sobre a tarefa? O que é esperado? Um novo design? Uma nova ideia? Um site existente para redesenhar? Um novo logotipo? Que problema precisamos resolver com isso?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>2. Escopo do projeto</h4>
<p>Aqui serão fornecidos mais detalhes, dependendo do tamanho do projeto. O que se espera, quantas páginas, quais funcionalidades teremos&#8230; É fundamental ser o mais específico possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>3. Objetivos</h4>
<p>Os objetivos variam bastante.</p>
<p>Pode ser uma meta mensurável fornecida pelo cliente, por exemplo: um KPI (Indicador Chave de Desempenho) de aumento de vendas ou participação de mercado.</p>
<p>Pode ser um ajuste ou mudança de conceito relacionado a um produto/serviço, por exemplo: aumentar a conscientização do público-alvo.</p>
<p>Pode ser ainda um objetivo direto de comunicação: aumentar o número de cadastros ou downloads de um aplicativo, entre muitos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>4. Público-alvo</h4>
<p>Para quem é este produto? Quem vai usar, quando e por quê? Deve ser o mais específico possível, já que designers trabalham com personas em mente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>5. Estilo geral e aparência</h4>
<p>O briefing deve incluir algumas referências e preferências pessoais: <a href="https://aledesigner.com.br/teoria-das-cores-guia-basico/">cores</a> que podem ou não fazer parte do projeto, links de sites ou logotipos interessantes, incluindo as razões dessas escolhas. É uma forma rápida (e gráfica!) do cliente demonstrar quais as suas expectativas. Isso economiza tempo e evita retrabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Com base nessas informações, é possível gerar um orçamento preciso e um prazo de desenvolvimento do projeto adequado e realista. Além disso, um bom briefing de criação evita muito tempo gasto com e-mails, ligações e reuniões improdutivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8230;..</p>
<p>Fonte (adaptado):<br />
<a href="https://bettermarketing.pub" target="_blank" rel="noopener noreferrer">bettermarketing.pub</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Os mitos da proporção áurea</title>
		<link>https://aledesigner.com.br/os-mitos-da-proporcao-aurea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_@]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jan 2020 14:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Fibonacci]]></category>
		<category><![CDATA[Golden Ratio]]></category>
		<category><![CDATA[Logotipos]]></category>
		<category><![CDATA[Mitos]]></category>
		<category><![CDATA[Proporção Áurea]]></category>
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					<description><![CDATA[Já falei aqui sobre proporção áurea na criação de logos, mas dessa vez é pra acabar com o mito que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já falei aqui sobre <a href="http://aledesigner.com.br/usando-a-proporcao-aurea-na-criacao-de-logos/">proporção áurea na criação de logos</a>, mas dessa vez é pra acabar com o mito que sempre desconfiei que existia. Só não tinha conhecimento técnico e tempo pra pesquisar sobre. Abaixo, o repost de uma matéria da Gizmodo (adaptado), muito interessante:</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3>Os mitos e verdades sobre a proporção áurea</h3>
<p>A proporção áurea vem encantando pessoas ao longo de séculos. Dizem que ela pode ser encontrada na natureza, na arquitetura, em pinturas de Leonardo da Vinci e até no corpo humano. Infelizmente, boa parte do mito que rodeia a divina proporção foi bastante exagerado.</p>
<p>Alguns estudiosos – como o matemático Keith Devlin, o físico Donald E. Simanek e o astrofísico Mario Livio – vêm tentando por muitos anos desmistificar a proporção áurea. Por exemplo, Devlin nota que diversos exemplos populares – o Partenon, as pirâmides egípcias, a Mona Lisa – na verdade não se encaixam na proporção áurea. O que há de real na divina proporção? Vamos conferir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Um pouco de história</h3>
<p>Antes de tudo: o que é a proporção áurea? Ela surge quando você divide uma linha em dois pedaços (A e B), de forma que a razão entre eles (A/B) é igual à razão entre a linha inteira e o pedaço maior ((A+B)/A). Isto é aproximadamente igual a 1,618.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16322" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Proporcao-aurea-002.png" alt="" width="692" height="328" /></p>
<p>Ela é representada pela letra grega phi (φ), e foi descoberta pelo matemático Euclides há 2.300 anos, na Grécia Antiga – mas só ganhou o nome “divina proporção” muitos séculos depois.</p>
<p>Na verdade, esse nome surgiu a partir de uma confusão: em 1509, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luca_Pacioli" target="_blank" rel="noopener">Luca Pacioli</a> escreveu o livro De Divina Proportione, no qual ele analisava essa proporção. Pacioli não acreditava que ela deveria ser aplicada à arte nem à arquitetura: em vez disso, ele defendia o sistema vitruviano de proporções racionais.</p>
<p>Mas, em 1799, começaram a dizer que Pacioli havia criado uma teoria da estética baseada na proporção áurea. Para aumentar a confusão, o livro foi ilustrado por seu amigo, Leonardo da Vinci. Daí a dizer que da Vinci usou a tal proporção em suas pinturas, como a Mona Lisa, foi um pulo.</p>
<p>O número ganhou ainda mais popularidade por causa de Adolf Zeising, um psicólogo alemão que via a razão áurea em “todas as estruturas, formas e proporções”. Ele dizia que a distância entre o umbigo e os pés sempre se encaixa na proporção áurea – ou seja, seria muito próximo a 1,6.</p>
<p>As teorias de Zeising se tornaram terrivelmente populares no século XIX, e repercutem até hoje – mesmo não estando certas. O matemático Keith Devlin <a href="http://www.fastcodesign.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fast Company</a>: “ao medir algo tão complexo como o corpo humano, é fácil chegar a exemplos de razões que chegam muito perto de 1,6”.</p>
<p>Claro, nem tudo sobre a proporção áurea é “uma lenda urbana, um mito”, como diz erroneamente a Fast Company. Vamos separar o joio do trigo, e ver onde a proporção áurea realmente se aplica – e onde usá-la é forçar a barra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Onde existe a proporção áurea</h3>
<p>A proporção áurea não é uma “mentira”. Ela aparece bastante na ciência e na natureza, em diferentes formas.</p>
<p>Uma delas é a espiral áurea, que cresce de acordo com a razão φ. É possível se aproximar dela dividindo-se os lados de um retângulo em proporções áureas e ligando os pontos com um compasso.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16323" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Espiral-aurea-003.png" alt="" width="692" height="466" /></p>
<p>Na imagem acima, a linha vermelha é a espiral áurea; a linha verde é a aproximação feita com quartos de cirncunferência; a linha amarela é a sobreposição entre as duas.</p>
<p>Ela também está relacionada à importante sequência de Fibonacci: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, 233… Ela é formada pela soma dos dois números anteriores: 1+1=2, 1+2=3, 2+3=5, e assim por diante. Ao dividir um número pelo outro, você se aproxima continuamente da proporção áurea.</p>
<p>É possível encontrar exemplos da espiral áurea e da sequência de Fibonacci na natureza. Como explica a revista Nautilus:</p>
<blockquote><p>&#8220;Por exemplo, indícios da proporção áurea foram detectados no nível quântico, onde átomos magnéticos ligados entre si parecem vibrar em frequências descritas por φ. Na escala macroscópica, a sequência de Fibonacci e a proporção áurea descrevem as disposições naturais de sementes e folhas em muitas plantas. Se você examinar a embalagem de sementes na cabeça de um girassol, há uma série de espirais no sentido horário e anti-horário, que geralmente aparecem em números de Fibonacci sucessivos.&#8221;</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16324" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Girassol-e-proporcao-aurea-004.jpg" alt="" width="692" height="520" /></p>
<p>O matemático Revlin explica que, no caso do girassol, “a natureza quer colocar o máximo de sementes possível, e a maneira de fazer isso é adicionar novas sementes numa forma em espiral”. Vale notar que girassóis nem sempre obedecem à sequência de Fibonacci.</p>
<p>Revlin também nota que a razão áurea também está relacionada ao pentagrama (estrela de cinco pontas), a certas estruturas cristalinas e a fractais.</p>
<p>A proporção áurea também era usada como um guia na obra de artistas como Salvador Dalí e de arquitetos como Le Corbusier.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16325" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Dali-e-proporcao-aurea-005.jpg" alt="" width="692" height="429" /></p>
<p>Acima, A Última Ceia (1955), por Salvador Dalí, com linhas inseridas pelo programa PhiMatrix</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Onde não existe a proporção áurea</h3>
<p>A proporção áurea não está presente em todos os lugares da natureza, nem da arte. No entanto, é muito fácil enxergar padrões onde eles não existem. Revlin explica:</p>
<blockquote><p>&#8220;A questão aqui não é se você pode encontrar a proporção áurea em algum lugar. Se você olhar o bastante, você será capaz de encontrar qualquer número (razoável) em quase qualquer lugar… Faça a pergunta: existe uma boa explicação científica para mostrar por que a razão áurea aparece? Há provas definitivas de que, por exemplo, um determinado artista fez uso deliberado da proporção áurea em seu trabalho? Se não, tudo que você tem é uma crença sem fundamento.&#8221;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h4>1. Em obras históricas</h4>
<p>Há quem diga que a fachada do Partenon, templo construído na Grécia Antiga para louvar a deusa Atena, foi feito com base na proporção áurea. No entanto, ele foi construído em 447 a.C., mais de um século antes que Euclides descobrisse a razão áurea. Como o arquiteto Fídias usaria esse número sem conhecê-lo?</p>
<p>Além disso, as medidas da fachada não se encaixam na proporção áurea. Isso só funciona quando você “força a barra” e inclui no retângulo parte dos degraus:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16326" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Partenon-e-proporcao-aurea-006.jpg" alt="" width="692" height="462" /></p>
<p>Também existe a crença de que Leonardo da Vinci usou a proporção áurea em suas obras. Por exemplo, dizem que o Homem Vitruviano se encaixa na razão áurea, por ter a proporção perfeita entre altura e largura – mas as medidas não batem. Como explica o físico Donald E. Simanek:</p>
<blockquote><p>&#8220;A relação umbigo/altura na imagem é 0,604, um pouco menor do que 1/φ = 0,618. Da Vinci escreveu um texto que acompanha a imagem, mas ele não diz nada sobre essa relação, nem sobre a distância do umbigo até os pés. O texto não contém nenhuma menção de φ. Não há nenhuma sugestão na imagem de que Leonardo estava fazendo algo mais profundo do que relacionar o homem a um círculo e um quadrado. Na verdade, parece que Leonardo forçou as proporções do homem para se encaixar nessas figuras geométricas. Se Leonardo quisesse incorporar φ na imagem, ele poderia facilmente ter movido um pouco a posição do umbigo. O fato de que ele não fez isso nos diz que ele não tinha qualquer razão para fazer isso. O retângulo áureo e a linha do umbigo. Eles não se encaixam.&#8221;</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16327" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Homem-vitruviano-e-proporcao-aurea-689x745-007.jpg" alt="" width="689" height="745" /></p>
<p>A Mona Lisa também é “vítima” das linhas áureas. Basicamente, você pode inserir um retângulo áureo arbitrário na cara da Gioconda, e ele vai se encaixar… de alguma forma. Eis alguns exemplos:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16328" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Mona-Lisa-e-proporcao-aurea-008.jpg" alt="" width="692" height="481" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>2. Na natureza</h4>
<p>Outro exemplo – desta vez menos polêmico – é a concha do náutilo, um molusco que vive no Oceano Pacífico. Ela tem formato de espiral, mas não obedece nem de longe a proporção áurea:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16332" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Concha-e-proporcao-aurea-012.jpg" alt="" width="477" height="360" /></p>
<p>Esse formato corresponde ao de uma espiral logarítmica, que permite à concha crescer sem mudar de forma. Para fazer isso, ela não precisa obedecer a razão áurea.</p>
<p>Também é possível encontrar espirais logarítmicas em galáxias, só que elas geralmente não se encaixam na proporção áurea:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16333" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Galaxia-e-proporcao-aurea-013jpg.jpg" alt="" width="692" height="417" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>3. Até na Apple!</h4>
<p>Tentaram até relacionar a espiral áurea com o logotipo da Apple (socorro). O designer brasileiro Thiago Barcelos elaborou a imagem abaixo, que parece mostrar como a sequência de Fibonacci se encaixa na maçã:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16334" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Apple-e-proporcao-aurea-014.jpg" alt="" width="692" height="469" /></p>
<p>Só que essa não é a maçã real da Apple. O logotipo de verdade não se encaixa numa espiral áurea:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16320" src="http://aledesigner.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Apple-e-proporcao-aurea-falsa-873x745-015.jpg" alt="" width="692" height="591" /></p>
<h3>Por que vemos a proporção áurea onde ela não existe</h3>
<p>A razão áurea pode ser, sim, encontrada na natureza e na arte. No entanto, há quem faça um esforço tremendo para visualizá-la onde ela não existe. E talvez essas pessoas nem acreditem que a divina proporção é menos comum do que elas imaginam!</p>
<p>Por que isso acontece? O matemático George Markowsky, em seu artigo “Equívocos sobre a Razão Áurea” de 1992, explica:</p>
<blockquote><p>&#8220;Se você se dispõe a medir uma estrutura complicada como uma pirâmide egípcia, você terá rapidamente na mão uma grande abundância de comprimentos para brincar. Se você tiver paciência suficiente para fazer malabarismos com esses números, você certamente obterá muitos valores que coincidem com importantes datas históricas ou números nas ciências. Como você não está limitado por nenhuma regra, seria estranho se a “verdade” da razão áurea não se encaixasse com sucesso considerável.&#8221;</p></blockquote>
<p>Ou seja, quando você se dispõe a analisar algo complexo – como o rosto humano, ou enormes obras de arquitetura – é muito fácil encontrar medidas e proporções que se encaixem com algo que você procura, como a razão áurea.</p>
<p>E por que as pessoas fazem isso? Há um motivo mais profundo, como explica a revista Nautilus:</p>
<blockquote><p>&#8220;Basicamente, quanto mais fácil for o entendimento de uma situação (por ser matematicamente simples, por termos visto muitas vezes antes, por ser simétrico, etc.), mais provável é que pareça certo… E talvez, como a razão áurea tem se revelado interessante em certos aspectos, e é fácil de entender, as pessoas saltam naturalmente à conclusão de que ela também deve ser usada em outros casos nos quais a proporção simplesmente não é encontrada.&#8221;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>É muito gratificante descrever a natureza através de simetrias, razões e medidas unificadas. Isso nos dá uma sensação de controle, e faz parecer que o mundo à nossa volta pode ser melhor compreendido.</p>
<p>Infelizmente, isso nem sempre é verdade, mesmo que nossa mente esteja determinada a encontrar padrões onde eles não existem. No fim, é uma diferença entre matemática e numerologia: algo que parece impressionante à primeira vista, mas que desmorona sob um olhar mais atento.</p>
<p>Nem tudo que reluz é ouro – nem mesmo a proporção áurea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte (adaptado):<br />
<a href="https://gizmodo.uol.com.br/mitos-proporcao-aurea/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gizmodo</a></p>
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		<title>Usando a proporção áurea na criação de logos</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Apr 2019 15:08:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Fibonacci]]></category>
		<category><![CDATA[Golden Ratio]]></category>
		<category><![CDATA[Logotipos]]></category>
		<category><![CDATA[Proporção Áurea]]></category>
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					<description><![CDATA[Todo mundo que já lidou com produção gráfica ou mesmo aprecia arte, já viu muito a espiral áurea por aí...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo que já lidou com produção gráfica ou mesmo aprecia arte, já viu muito a espiral áurea por aí e leu uma coisa ou outra sobre proporção áurea ou a <a href="https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-a-sequencia-de-fibonacci/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sequência de Fibonacci</a>. Mas conhecer e saber sobre são coisas diferentes. Esse tutorial do designer e youtuber <a href="https://www.youtube.com/channel/UCIp9sEZiv36cDG7cEnrVU7Q" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Will Paterson</a> é uma ótima introdução.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/c_RPzSnWeFo?start=11" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Mas claro, vale a regra de ouro da criação: o melhor jeito de quebrar uma regra é conhecendo-a e entendendo-a a fundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte (adaptado):<br />
<a href="http://updateordie.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">updateordie.com</a></p>
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		<title>Definições básicas para UX Design</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 21:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>
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					<description><![CDATA[Mas afinal, o que é esse tal de User Experience Design? Ben Burns, designer premiado, estrategista de marca e especialista...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mas afinal, o que é esse tal de User Experience Design?</p>
<p><a href="http://www.mrbenburns.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ben Burns</a>, designer premiado, estrategista de marca e especialista em user experience do Maker Division, traz algumas definições básicas que ajudam na compreensão dessa expressão que anda tão na moda!</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/nV1I_098dzg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Há muitas definições para UX. Uma que gosto bastante diz que, se o serviço for <strong>útil</strong>, <strong>fácil de usar</strong> e <strong>prazeroso</strong> para o usuário, teremos alcançado nosso objetivo. That&#8217;s it!</p>
<p>Vale lembrar que UX e UI são coisas bem diferentes! Inclusive já falei disso aqui no blog. <a href="https://aledesigner.com.br/a-diferenca-entre-ui-e-ux/">Clique aqui</a> pra dar uma olhada.</p>
<p>&nbsp;</p>
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